Arquivo | novembro, 2011

Manual Prático para lidar com pessoas intelectualmente limitadas

8 nov

É mentira! Quem dera se tivesse um manual, bem que tenho algumas idéias para criá-lo, falta paciência, mas sobram casos para estudo.

Já trabalhei com vários tipos de pessoas. Já tive a oportunidade de trabalhar com algumas das mentes mais brilhantes que já conheci, infelizmente, o extremo oposto também é verdade.

Não que eu me considere a pessoa mais inteligente do mundo, muito pelo contrário, às vezes bate lá uns complexos, mas tem pessoas que…  dão até preguiça.

Perguntas como “posso entregar o briefing depois que você me entregar o projeto?” de uma profissional de marketing, ou “A gente olha o Safari, mas precisa ver também o navegador da Apple?” de um gerente de TI, acreditem, já me foram feitas. Nesses casos nem considero limitação intelectual, mas sim profissional. E não falo de uma empresa, mas de algumas.

Pessoas incapazes de interpretar um texto ou formular uma frase coerente são cada vez mais comuns. E olha “que nem estão pedindo inglês”.

O mesmo acontece na vida pessoal, mas não vamos entrar nesse mérito.

O que fazer numa hora dessas? Nesses anos desenvolvi uma grande capacidade de fazer “cara de paisagem”. A pessoa pergunta, você para, pensa, deixa uns segundos para que seu interlocutor reflita sobre a insensatez que acabou de proferir e responde “Desculpa, não entendi a sua pergunta”. Troque de lugar com ele por uns instantes. Se faça de burro, as vezes adianta, ou pelo menos faz a pessoa pensar melhor da próxima vez.

Ou não, na maioria das vezes eles nem percebem.

Boa sorte!

De volta

7 nov

E aí que resolvi reatar com todos meus blogs.

O de beleza que estava esquecido assim como esse mas já está com uns 5 posts pra entrar, vamos ver no que dá.

Acho que minha vida passou por um turbilhão nos últimos 4 meses e a última coisa que eu queria era escrever, tocar nas minhas feridas.

Mas passou, passou porque a gente aprende que em alguns casos os problemas tem a dimensão que damos para eles. Se você fizer só o que tem que ser feito as coisas tendem a seguir seu rumo. Tão óbvio.

Bom, continuo falida e continuo ácida, mas pelo menos agora com vontade de escrever.

Aproveitei pra ler os parcos posts desse humilde blog e descobri que o nome é mesmo o que era pra ser: uma piada, acredite, isso é bom.

Bom, quem sabe, até a próxima?